Luiz Cavaliere

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13. Dogma

Dogma é uma definição de fé incontestável e indiscutível colocada por um juízo solene ou pelo legítimo Magistério Ordinário e Universal da Igreja Católica, composto pelo Papa através da Infalibilidade Papal "Ex-Cathedra", pelos cardeais, bispos e teólogos, conforme determinado por Jesus Cristo: Pedro, tu és Pedra e sobre esta Pedra edificarei a Minha Igreja. Tudo o que ligares na Terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na Terra será desligado nos Céus. É um erro afirmar que o dogma deve estar escrito ao pé da letra nas escrituras, e para isso Jesus deixou o Magistério da Igreja, deu-lhe autoridade para isso, para definir o que é verdade de fé. A revelação anunciada por Cristo terminou no dia da morte do último apóstolo, e não pode ser alterada, porém a Igreja Católica tem autoridade para definir uma verdade revelada, sempre iluminada pelo Espírito Santo e totalmente inserida no contexto das Sagradas Escrituras, de forma coerente. Um exemplo disso são os quatro Dogmas Marianos:
1.- Aos 22 de junho de 431, o Concílio de Éfeso definiu explicitamente a maternidade divina de Nossa Senhora: A Virgem Maria é verdadeiramente Mãe de Deus, pois deu à luz segundo a carne aquele que é o Verbo de Deus.
2.- O Concílio de Latrão preconizou como verdade a Virgindade Perpétua de Maria, no ano 649: Nossa Senhora foi sempre Virgem, isto é, antes do parto, no parto e depois do parto.
3.- Em 8 de dezembro de 1854, o Papa Pio IX definiu o terceiro dogma mariano na Bula "Ineffabilis Deus": A Imaculada Conceição de Maria. Nossa Senhora foi concebida imune de toda mancha de pecado original, como jé defendia o Beato João Duns Scoto no ano 1305 em sua tese na Universidade Sorbonne de Paris.
4.- A Assunção de Maria foi o último dogma a ser proclamado, por obra do Papa Pio XII, a 01 de novembro de 1950. Na Constituição Apostólica ?Munificentíssimus Deus? o Pontífice afirmou que, depois de terminar o curso terreno de sua vida, ela foi assunta de corpo e alma à glória celeste.
Mais de 200 teólogos, em todas as partes da Igreja, demonstraram interesse e entusiasmo pela definição dogmática. Há atualmente na Igreja um amplo consenso em definir o quinto Dogma Mariano: Maria, Corredentora, Medianeira de Todas as Graças e Advogada Nossa. No início da década de 1990 o Professor Mark Miravalle da Universidade Franciscana de Steubenville e autor do livro "Maria: Co-Redendota, Medianeira e Advogada" lançou uma petição popular para o Papa João Paulo II para utilizar a infalibilidade papal solicitando declarar Maria
como co-redentora. Mais de seis milhões de assinaturas foram colhidas em 148 países, inclusive de 41 cardeais e 550 bispos. Em 8 de fevereiro de 2008 cinco Cardeais da Igreja Católica emitiram uma petição ao Papa Bento XVI solicitando que declarasse dogmaticamente a Virgem Maria como Co-Redentora, Medianeira e Advogada Nossa. Os cardeais e mais de 500 bispos também incluíram um Votum (petição) ao Vaticano em apoio ao quinto Dogma Mariano.

12. Divina providência

São as disposições pelas quais Deus conduz a sua criação para a perfeição. A criação tem a sua bondade e a sua perfeição próprias, mas não saiu completamente acabada das mãos do Criador. Ela é criada "em estado de caminhada" ("in statu viae") para uma perfeição última a ser ainda atingida, para a qual Deus a destinou. O testemunho da Escritura é unânime: a solicitude da diviva providência é concreta e direta, toma cuidado de tudo, desde as mínimas coisas até os grandes acontecimentos do mundo e da história. Com vigor os livros sagrados afirmam a soberania absoluta de Deus no curso dos acontecimentos; "O nosso Deus está no céu e faz tudo o que deseja" (Sl 115, 3); e de Cristo se diz: "o que abre e ninguém mais fecha, e fechando, ninguém mais abre" (Ap 3,7). "muitos são os projetos do coração humano, mas é o desígnio do Senhor que permanece firme" (Pr 19,21). Parágrafos 302 e 303 do Catecismo da Igreja Católica.

11. Sacramento

Os sacramentos do Novo Testamento, instituídos pelo Cristo Senhor e confiados à Igreja, como ações de Cristo e da Igreja, constituem sinais e meios pelos quais se exprime e se robustece a fé, se presta culto a Deus e se realiza a santificação dos homens: por isso, muito concorrem para criar, fortalecer e manifestar a comunhão eclesial: em vista disso, os ministros sagrados e os outros fiéis, em sua celebração, devem usar de suma veneração e devida diligência. Cânon 840º do Código de Direito Canônico.
Em sua essência, os sacramentos nos transmitem a Vida Divina, de forma suprema no sacramento da eucaristia, que é o sacramento do próprio Corpo e Sangue de Jesus Cristo: "Caro mea vere est cibus, et sanguis meus vere est potus". O fiel deve meditar de que forma se manifesta a Vida Divina em cada sacramento: no batismo, nos tornamos filhos de Deus e seus herdeiros; na crisma, soldados de Cristo; na penitência, nos reconciliamos com Deus; no matrimônio, somos colaboradores do Criador na geração de novas vidas; na ordem sagrada, concedida pela legítima Hierarquia da Igreja Católica, os ministros podem administrar todos os sacramentos como instrumentos de Cristo; e na unção dos enfermos, recebemos a unção com óleo para nosso alívio e salvação.

10. Mise en place

"Mise en place" (pronunciado "miz an plas") é um termo francês que significa "colocada no lugar". Consiste na etapa inicial para se preparar um prato, separando-se todos os utensílios e ingredientes necessários para executá-lo. Os ingredientes devem ser medidos, e, caso necessário, descascados, cortados, etc. É fundamental fazer a "mise en place" para a boa execução de qualquer receita para não sai correndo atrás dos ingredientes quando as coisas já estão na panela. Um cozinheiro profissional não sobrevive sem a "mise en place". Este termo também pode ser utilizado para o montagem da mesa: colocar os talheres, taças e pratos, etc... Usando o exemplo de um restaurante, o maitre sempre pede aos garçons para alinharem o mise en place, desta forma será verificado se os talheres estão devidamente alinhados com os demais utensílios da mesa.

9. Mise-en-scène

Palavra originária do francês, significa "colocado em cena", podendo também significar a arte da encenação teatral ou cinematográfica. É a qualificação da arte como um todo.

8. Dogma

O magistério da Igreja Católica Apostólica Romana empenha plenamente a autoridade que recebeu de Cristo quando define dogmas, isto é, quando, utilizando uma forma que obriga o povo cristão a uma adesão irrevogável de fé, propõe verdades contidas na Revelação divina ou verdades que com estas têm uma conexão necessária.
Há uma conexão orgânica entre a nossa vida espiritual e os dogmas. Os dogmas são luzes no caminho da nossa fé, que o iluminam e tornam seguro. Inversamente, se a nossa vida for reta, nossa inteligência e nosso coração estarão abertos para acolher a luz dos dogmas da fé (Cf. Jo. 8,31-32).
Os laços mútuos e a coerência dos dogmas podem ser encontrados no conjunto da Revelação do Mistério de Cristo (Cf. Conc. Vaticano I: DS 3016 - Denzinger-Schönmetzer Enchiridion Symbolorum, definitionum et declarationum de rebus fidei et morum): "nexus mysteriorum";LG 25 - Lumen gentium). Existe uma ordem ou "hierarquia" das verdades da doutrina católica, já que o nexo delas com o fundamento da fé cristâ é diferente (UR11 - Unitatis redintegratio).
Catecismo da Igreja Católica - Índice temático, parágrafo 88 s.

7. Carepa

sf
1 Med Esfoliação escamosa da pele.
2 Bot Penugem de alguns frutos.
3 Penugem que se cria à superfície das frutas secas.
4 Fuligem produzida por explosão interior nos cilindros dos automóveis, motocicletas etc.
5 Balda, defeito.
6 Designação dos cigarros sem nicotina.
7 Superfície áspera da madeira desbastada pelo carpinteiro.
8 Pequena lâmina escamiforme das que saltam do ferro candente batido na bigorna; batedura. Levado da carepa: levado da breca.
9 Gíria: ferro-velho.
10 Município da Colômbia, localizado na subregião de Urabá.
11 Resíduos gerados nas operações de corte e dobra pela oxidação dos vergalhões de aço utilizados em estruturas de concreto armado.

6. Espichar

es.pi.char

(espicho+ar2) vtd
1 Enfiar (peixes) pelas guelras.
vtd
2 Abrir furo em (barril ou pipa) a fim de extrair o líquido.
vint e vpr
3 Sair pelo furo do espicho, sair com força a água.
vtd e vpr
4 Alongar; estender(-se): Espichava languidamente os membros. Espichava-se na areia da praia.
vtd
5 Estender e pregar com espichos para secar e esticar: Espichar couros. vtd 6 Vencer (alguém) em discussão.
vint e vpr
7 pop Morrer.
vint e vpr
8 Fazer fiasco; sair-se mal de qualquer empresa; fazer má figura.
vtd
9 Fazer errar ou calar-se (o estudante) nas lições ou exames.
vint
10 Reg (Centro e Sul) Correr (o animal) a toda força (alusão ao estender-se do corpo, nesse esforço). Espichar a canela: morrer.

5. Alhos e bugalhos

Fazer trapalhada.

4. Esbulho

É o ato pelo qual o possuidor se vê privado da posse, violenta ou clandestinamente, e ainda por abuso de confiança. Todos aqueles que sofrem o esbulho na sua posse, podem ser restituídos por meio de desforço imediato ou ação de reintegração de posse.

3. Furdunço

Se você ainda está se perguntando que raio de palavra é "furdunço", guarde bem: ela é sinônimo de desordem, bagunça, confusão!

2. Dogma

Um dogma, no campo filosófico, é uma crença/doutrina imposta, que não admite contestação. No campo religioso é uma verdade divina, revelada e acatada pelos fiéis. No catolicismo os dogmas surgem das Escrituras e da autoridade da Igreja Católica. No Catolicismo, o dogma é uma verdade revelada por Deus. Com isto o Dogma é imutável e definitivo (não pode ser revogado). Para que um ensinamento da Igreja seja considerado um dogma são necessárias duas condições:

1. O Sentido deve estar suficientemente manifestado;[carece de fontes?]
2. Esta doutrina deve ser definida pela Igreja como revelada


O termo DOGMA está ligado à ideologia, ou conjunto de princípios que servem de base à um sistema religioso, político, filosófico, científico, entre outros.

São verdades absolutas que não permitem a discussão. São um conjunto lógico, sitemático de representações (idéias, valores) e de normas ou regras (de conduta) Indicam ou prescrevem aos membros da sociedade o que devem pensar e como devem pensar, o que devem valorizar e como devem valorizar, o que devem sentir, fazer e como.

Possui caráter prescritivo, normativo, regulador, cuja função é dar aos membros de uma sociedade dividida em classes uma explicação racional para as diferenças sociais, políticas e culturais.

1. Sacramento

Segundo o Compêndio do Catecismo da Igreja Católica, os sacramentos são "sinais sensíveis e eficazes da graça, instituídos por Cristo e confiados à Igreja, mediante os quais nos é concedida a vida divina".


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